quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

25 de janeiro de 2012. Espera um pouquinho...





Fazia tempo não chegava na praia da Urca com uma escuridão como a de hoje. De contraste as luzes da baía de Guanabara e o Cristo lá em cima iluminado. Turista fica louco por aqui.
Loucas ficamos nós também pois nem conseguíamos remar direito. Que amanhecer lindo! Vamos remar... espera um pouquinho, mais uma foto. Pronto, vamos remar. Mais um pouquinho, mais uma foto.
Fui remar com o Furacão Louro, obcecada por fotos assim como eu. Quando não fotografava, Carlinha enfiava a pá com tanto vigor que chegamos a 11,8 km por hora.


Um grupo grande do Urca Vaa saiu em duas levas, duas canoas na leva da madrugada e duas canoas na leva do amanhecer. Águas lisas lisas lisas. Sujas, mas lisas!
Lá na beirada já estava Antonio às cinco e meia da matina com a cópia da Lariana. Não confundo mais a Andréia, é gêmea mas tem suas peculiaridades. Andréia estava inaugurando no caiaque e com certeza será mais uma contagiada por esses amanheceres.
A princípio iríamos até a Ilha Fiscal, mas graças ao Antonio que esqueceu as chaves na areia, fomos em busca para entregar as chaves. Provavelmente foram remar em águas abrigadas e de visual lindo... onde mais? Forte da Lage. Batata! Lá estavam eles.









Já que ali chegamos, sabe lá como... já que as máquinas de ambas não paravam de registrar, então seguirmos para o Forte São Luis lá em Niterói.
Que lindo, faz tempo não chegava ali. Des-lum-bran-te.











Na volta tudo lindo e pegando fogo com o sol. Mar danado de óleo ali no canal e com uma ondulação sinistra e esquisita no Cara de Cão, uma ondulação seguida e gorda que parecia surfável mas repuxava... empurrava, repuxava. Cuidaí, cuidaí. Tô cuidando, tô cuidando!




Depois de passar a esquina mais perigosa da baía de Guanabara foi hora de Carlota querer fazer xixi... faz aí! Bem do lado um barco avisava... Não tô nem aí! Pois é, coincidências não existem...
Sete e quinze já estávamos desembarcando ali na areia de um passeio mais fotografado do que treinado. É sempre bom ir para as beiradas com a furacão, não há repressão. E dá-lhe de fotografar!




Quando já voltávamos, alguns já iam. Ainda vi a Kate dando um tchau e rumando para sabe lá onde, só sei que feliz.



 
 

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